A RUIVA
Carolina, órfã de mãe, filha de coveiro, “mulher ninguém”, é a mais pura (e também a mais extremada) das figuras-síntese das lutas feministas de Ana de Castro Osório. Ou a reencarnação ficcional de todas as Marianas Torres deste mundo. Cresceu sozinha entre a morgue, onde dormia, e a taberna fronteiriça,